Kassio manda Meta apresentar em 24 horas relatório detalhado sobre ações do 'Exército de Lula'
Ministro do TSE impediu que a Presidência da Corte suspenda ou restrinja o canal sem decisão do plenário; depois, a Meta disse não ver violação de suas regras.
Manchete de UOL Notícias Resumo do Rotina Diária a partir de 14 veículos · atualizado
André Janones afirmou que o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, poderia sair do ar, e a campanha de Lula pediu preventivamente ao TSE que evitasse a suspensão, segundo o UOL (abre o site de UOL Notícias) e a Folha (abre o site de Folha de S.Paulo). O canal foi criado por Janones para mobilizar apoiadores do presidente; o Metrópoles (abre o site de Metrópoles) informou que reunia 8,8 milhões de seguidores.
O ministro Floriano de Azevedo Marques atendeu ao pedido e determinou que a Presidência do TSE não suspenda nem restrinja o canal por conta própria. Segundo a Agência Brasil (abre o site de Agência Brasil), uma eventual suspensão cabe ao plenário da Corte; o Poder360 (abre o site de Poder360) também destacou que a medida impede uma decisão unilateral do presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques.
Em outra frente, a Meta informou ao TSE que, em sua análise, o canal não viola as políticas do WhatsApp, conforme o g1 (abre o site de g1) e a Agência Brasil (abre o site de Agência Brasil). A Exame (abre o site de Exame) acrescentou que a empresa pediu cinco dias para concluir a análise das provas.
Antes da decisão judicial, as notícias destacavam a mobilização da campanha diante da possível retirada do canal. O Metrópoles (abre o site de Metrópoles) ressaltou o vídeo de Lula pedindo apoio, enquanto O Antagonista (abre o site de O Antagonista) enfatizou o chamado do presidente para intensificar a mobilização na reta final da campanha.