Campanha de Lula diz que Metrô de SP retirou tapumes que protegeriam estações para ato na Paulista
Lula realizou na Paulista o último ato de campanha antes do segundo turno, em meio a relatos sobre tapumes retirados e grande concentração de apoiadores.
Manchete de UOL Notícias Resumo do Rotina Diária a partir de 9 veículos · atualizado
A campanha de Lula afirmou que o Metrô de São Paulo retirou estruturas instaladas para proteger entradas de estações durante o ato na Avenida Paulista. Segundo a Folha (abre o site de Folha de S.Paulo), a queixa foi atribuída ao coordenador da campanha; o Metrópoles (abre o site de Metrópoles) informou que tapumes no entorno das estações Trianon-Masp e Consolação foram retirados e substituídos por gradis.
O evento reuniu apoiadores na região do Masp e foi apresentado por g1 (abre o site de g1) como o último ato da campanha de Lula antes do segundo turno. A Folha (abre o site de Folha de S.Paulo) relatou que os manifestantes começaram a chegar no início da tarde, enquanto o Brasil de Fato (abre o site de Brasil de Fato) situou a chegada do presidente à avenida por volta das 16h.
Os veículos deram ênfases distintas à mobilização. O Poder360 (abre o site de Poder360) destacou que era o último ato antes da votação de domingo e a tentativa de Lula de conquistar um quarto mandato; o Brasil de Fato (abre o site de Brasil de Fato) descreveu o encontro como marcado por emoção e defesa da democracia. Antes do ato, o Brasil de Fato (abre o site de Brasil de Fato) também registrou uma entrevista coletiva do presidente.
A concentração foi descrita como numerosa por diferentes publicações: a Exame (abre o site de Exame) falou em milhares de pessoas, e o Brasil de Fato (abre o site de Brasil de Fato) mencionou centenas de milhares. Já o Poder360 (abre o site de Poder360) noticiou que apoiadores passaram mal e que a multidão dificultou o deslocamento do veículo que transportava Lula.