Fachin devolve caso do INSS para Mendonça, mas mantém controle sobre investigação do Master
Fachin devolveu a Mendonça a relatoria das investigações sobre descontos no INSS, mas manteve sob responsabilidade da Presidência do STF o caso Banco Master.
Manchete de Estadão Resumo do Rotina Diária a partir de 10 veículos · atualizado
O presidente do STF, Edson Fachin, decidiu devolver ao ministro André Mendonça a condução das investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS. Já os autos do caso Banco Master permanecerão sob a responsabilidade da Presidência da Corte, segundo a Folha (abre o site de Folha de S.Paulo) e o UOL (abre o site de UOL Notícias).
O g1 relaciona a investigação do INSS à Operação Sem Desconto, que apura descontos indevidos em aposentadorias e pensões. A Agência Brasil (abre o site de Agência Brasil) informa que Fachin considerou não haver mais motivos para manter retida a relatoria do caso.
A cobertura enfatiza aspectos distintos da decisão: a Revista Fórum (abre o site de Revista Fórum) destaca que os dois processos estavam no gabinete de Fachin, enquanto O Antagonista (abre o site de O Antagonista) diz que os conjuntos de investigações estavam na Presidência desde setembro. O Metrópoles (abre o site de Metrópoles) acrescenta que os procedimentos do Master devem ficar na Presidência por até 90 dias e menciona relatórios da PF com referências a ministros do Supremo.
O que observar
- Procedimentos do caso Master ficam na Presidência por até 90 dias, segundo o Metrópoles.